O Behavioral Targeting e sua utilização como ferramenta de mídia
Em agosto de 2007, o Webinsider publicou um artigo do Élcio Santos da Aúnica que falava sobre o cenário do “Behavioral Targeting”, falando até sobre algumas previsões para o ano de 2011.
O interessante é ver que agora no final de março, saiu no eMarketer uma pesquisa da Network Advertising Initiative (NAI), sobre Behavioral Targeting, que analisa os anúncios veículados nas “redes de parceiros”durante 2009, que mostra que o mercado ainda tem muito a aprender sobre o assunto, mas mesmo assim apresenta alguns dados interessantes.
Dentre os resultados, o estudo mostrou que 6,8% das pessoas que clicaram em anúncios veiculados na ferramenta de behavioral targeting efetivamente viraram conversões no site, sendo que apenas 2,8% converteram, quando se analisa as pessoas que clicaram em anúncios veiculados aleatoriamente. Como pode ser visto na tabela abaixo:

O artigo comenta o valor do C.P.M. do behavioral ser mais elevado que os anúncios tradicionais, mas a maior discussão ainda gira em torno de quanto a ferramenta agride as políticas de privacidade do consumidor.
Em novembro de 2009, participei de um evento da IAB de Londres (Engage 2009), onde um dos painéis falava sobre “Behavioural Targeting Education” e para quem quer entender melhor sobre essa discussão sobre políticas de privacidade eu recomendo fortemente que assista o vídeo abaixo com o painel na integra:
A frase que resume a discussão e o post que escrevo é: as pessoas que utilizam a ferramenta de behavioural targeting estão mais interessadas na conversão do que na identidade do consumidor em si, e é isso que muitas pessoas ainda não entenderam.