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Posts Tagged ‘Métricas’

Audiência na Internet: Entre Pessoas e Cookies

Com o crescimento da audiência da Internet, evoluíram-se as discussões sobre as métricas de eficiência e eficácia do meio, fazendo com que indicadores de performance (KPI’s) como a taxa de cliques, perdessem sua importância para outras métricas já estabelecidas em outros meios como, por exemplo, o KPI de alcance das campanhas.

Jack Z. Sissors e Lincoln Bumba, autores do livro “Planejamento de Mídia – Aferições, Estratégias e Avaliações”, disseram que os planejadores de mídia usam as medições de audiência com os seguintes propósitos:

1. Para saber a que segmento pertencem os usuários de um produto ou marca.

2. Para saber a segmentação da audiência de vários tipos de veículos de mídia – quem acessa, lê, vê ou ouve os veículos.

3. Para saber como os usuários utilizam um produto ou marca (são eles heavy users, medium users ou light users?)

4. Para saber se os membros do público de um veículo de mídia em particular são heavy users, medium users ou light users do produto.

5. Para saber quantas pessoas foram expostas aos veículos.

É para contribuir com o entendimento do quinto item levantado que esta monografia se propõe a apresentar os vários conceitos de medições de audiência.

A monografia apresentada a seguir foi inscrita no Prêmio de Mídia Estadão 2011 e ficou em 2º lugar na categoria de Pesquisa, das monografias profissionais, e mostra um estudo sobre as diferenças de nomenclaturas e metodologias da métrica de alcance, no meio Internet, assim como as consequências da má utilização dos dados de pesquisa fornecidos pelas diferentes ferramentas e institutos.

Clique é apenas uma maneira de se mensurar os resultados de anúncios gráficos

Em uma das matérias do eMarketer de hoje há um estudo da iProspect que mostra os beneficias dos anúncios gráficos (banners) de internet.

A pesquisa analisou os internautas para ver quais ações eles realizavam após serem impactados por um banner, na internet, e aproximadamente um terço dos entrevistados disseram que clicavam no anúncio. Em contrapartida, 27% disse que faz uma busca online pelo produto, marca ou compania e 21% digitaram a url da compania no browser da web e foram direto para o site. Nove por cento procurou por informações adicionais usando ferramentas de mídias sociais.

Isso prova que o clique é apenas uma maneira de se mensurar os resultados de anúncios gráficos.

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80% dos brasileiros terão acesso à internet em dois anos

De acordo com uma matéria do site da IAB, o número de brasileiros com acesso regular à internet deve quase triplicar até 2010, segundo previsão do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. O profissional acredita que, se confirmada a previsão, o número de internautas no país deve passar dos atuais 60 milhões para pelo menos 150 milhões.

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Pesquisa diz que cliques não são medida para campanhas de branding

Fevereiro 15, 2008 Deixe o seu comentário

Saiu no site do comScore um artigo sobre um estudo nos EUA da Starcom USA, da Tacoda e da comScore onde diz que um pequeno grupo de usuários, que não representam o total da população online no país, é responsável por grande parte dos cliques em banners.

Indica que 6% dos americanos online são ‘heavy clickers’ e respondem por 50% dos cliques. Não são usuários típicos – passam mais tempo na internet que o restante. O estudo usa os dados para questionar o uso da taxa de cliques como avaliação mais importante para as campanhas que utilizam banners. Sugere que não há nenhuma relação entre cliques e atitude dos usuários em relação as marcas anunciadas.

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Projeções e análises utilizando Behavioral Targeting

Como já falei em um post anterior, algo que ainda é pouco utilizado, mas creio que terá grande relevância em um futuro bem próximo é a utilização do Behavioral Targeting. Saiu no iMedia Connection outro artigo do Jim Meskauskas que fala sobre behavioral targeting, assim como suas métricas de análise para projeção de futuras ações.

Temos softwares e novas tecnologias a nossa disposição que possibilitam inúmeras análises, mas que se não forem bem aproveitados serão apenas um monte de gráficos e estatísticas e é por isso que o autor reforça que dados não são a mesma coisa que informação e conhecimento.

O artigo em suma é muito bom e propõe uma análise de relatórios com um propósito estratégico, muito mais de projeção do que reflexão. Vale a pena dar uma lida.

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